Finalmente livre Estou cego de tanto ver, Confinado por tanta liberdade Numa pra...
Finalmente livre Estou cego de tanto ver, Confinado por tanta liberdade Numa pradaria imensa que me obriga a olhar para baixo Sempre para baixo, Ofuscado pela ausência da solitude Anseio por estar só, E ver Anseio que me deixem, E escutar Sem os grilhões das imagens em cascata, Igual e constante Sem o seu troar indistinto, Sufocante algoz da escolha Tudo o que me sobra do universo me pede silê...
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